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sábado, 15 de setembro de 2012

As pessoas não se precisam, se completam


As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, 
assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar...
nos bastar sempre!
E quando procuramos estar com alguém, 
temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, 
porque queremos e nos sentimos bem, 
nunca por precisar de alguém!
As pessoas não se precisam, 
elas se completam... 
Não por serem metades, 
mas por serem inteiras, 
dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Borboletas


Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, 
o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, 
assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... 
nos bastar sempre. 
E quando procuramos estar com alguém, 
temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos,
porque queremos e nos sentimos bem, 
nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... 
não por serem metades, mas por serem inteiras, 
dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, 
você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. 
Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) 
e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, 
e principalmente a gostar de quem gosta de você. 

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você. 
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, 
mas quem estava procurando por você!

                                                                                               Mario Quintana

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O Tempo

O Tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. 
Quando se vê, já são seis horas! 
Quando de vê, já é sexta-feira! 
Quando se vê, já é natal!
Quando se vê, já terminou o ano!
Quando se vê, passaram 50 anos! 
Agora é tarde demais para ser reprovado... 
Se me fosse dado um dia, 
outra oportunidade, 
eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente 
e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas... 
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo... 
E tem mais: 
não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo. 
Não deixe de ter pessoas ao seu lado,
por puro medo de ser feliz. 
A única falta que terá...
será a desse tempo, 
que infelizmente, 
nunca mais voltará!!!!

                                                                                            Mario Quintana

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Mário Quintana



Mário Quintana - (30.07.1906 - 05.05.1994) 


Mário de Miranda Quintana - nascido em Alegrete (RS), em 30.07.1906. Quarto filho de Celso de Oliveira Quintana, farmacêutico, e dona Virgínia de Miranda Quintana.
Ele aprendeu a ler aos 7 anos, auxiliado pelos pais, tendo omo cartilha o jornal Correio do Povo; e também com os pais aprendeu um pouco de francês.
Trabalhou na farmácia da família, numa livraria, na redação do diário O Estado do Rio Grande...
Começou a produzir seus primeiros trabalhos em 1919.
Seu conto "A sétima personagem" foi premiado em um concurso promovido pelo jornal Diário de Notícias, de Porto Alegre.
Teve um poema publicado na Revista Para Todos; e outros publicados pela Revista do Globo e o Correio do Povo.
Em 1934 publicou sua primeira tradução "Palavras e Sangue - de Giovanni Papini".
Então começo a traduzir para a Editora Globo obras de diversos escritores estrangeiros: Fred Marsyat, Charles Morgan, Rosamond Lehman, Lin Yutang, Proust, Voltaire, Virginia Woolf, Papini, Maupassant, e outros...
Ele deu uma imensa colaboração para que obras como o denso "Em Busca do Tempo Perdido", do francês Marcel Proust, fossem lidas pelos brasileiros que não dominavam a língua francesa.
E por aí vai...produzindo  suas obras, que são muitas...

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Deficiências

Deficiente - é aquele que não consegue mudar sua vida,
aceitando imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive,
sem ter consciência de que é dono do seu destino.
Louco - É quem não procura ser feliz com o que possui.
Cego - É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria;
e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
Surdo - É aquele que não tem tempo de ouvir o desabafo de um amigo,
ou o apelo de um irmão. 
Pois está sempre atrasado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
Mudo - É aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
Paralítico - É aquele que não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
Diabético - É quem não consegue ser doce.
Anão - É quem não abe deixar o amor crescer.
E por fim, a pior das deficiências é ser miserável,
pois:
Miseráveis - São todos os que não conseguem falar com Deus.

                                                                        (Mário Quintana - escritor gaúcho)

Apenas recomeça...


Bendito quem inventou o belo truque do calendário,
pois o bom da segunda-feira, 
do 1º dia do mês
e de cada ano novo,
é que nos dão a impressão
de que a vida não continua,
mas apenas recomeça...

                                             
                                                 (Mário Quintana)